Livros e participação em antologias

Além de seus livros de poemas, Carlos Machado publicou um folheto de cordel e também participou de antologias e revistas literárias.


------------------------------ Livros ------------------------------


Mané Ventura, Gonçalo e eu

Folheto de cordel. Edição do autor. São Paulo, 2012 (1a. ed.); 2015 (2a. ed.)

Mané Ventura, Gonçalo e eu

Mané Ventura, Gonçalo e eu é um minicordel que relata as aventuras de três amigos fazendeiros em viagem noturna, a cavalo, pelo interior da Bahia.  Lá pelas tantas, dão de cara com um lobisomem. E aí o bicho pega. É um causo do interior, bem ao gosto dos romances de cordel. Mas nele algumas regras foram quebradas. Tradicionalmente, o cordel é um poema longo, composto em versos de sete sílabas e estrofes de seis ou mais versos. Mané Ventura é uma história curta e baseia-se em estrofes de quatro versos de quatro sílabas. Por isso o autor o chama de cordel quadrático. Eis os primeiros versos da narrativa: “Na estrada escura / de puro breu / Mané Ventura, / Gonçalo e eu. // Mané Ventura, / eu e Gonçalo. / Cada figura / no seu cavalo”. A ilustração da capa na 2ª edição é um quadro do artista plástico baiano Juraci Dórea.



------------- Participação em antologias -------------


tranSPassar - poética do movimento pelas ruas de São Paulo

MOISÉS, Carlos Felipe; DEL FRANCO, Victor (orgs). São Paulo: Sesi-SP Editora, 2017

tranSPassar

Os poetas Carlos Felipe Moisés e Victor Del Franco, organizadores desta antologia, decidiram homenagear a cidade de São Paulo. Uniram-se eles próprios a 16 outros poetas e cada um, além de comparecer com um punhado de poemas falando de ruas da cidade, escreveu em prosa um depoimento sobre suas relações pessoais com a Pauliceia. Eis a lista completa dos poetas participantes: Álvaro Alves de Faria; Carlos Felipe Moisés; Carlos Machado; Celso de Alencar; Elisa Andrade Buzzo; Fernando Paixão; Glauco Mattoso; Leila Guenther; Luiz Roberto Guedes; Paulo Bomfim; Paulo César de Carvalho; Renata Pallottini; Reynaldo Damazio; Rodolfo Witzig Guttilla; Ronaldo Cagiano; Rubens Jardim; Tarso de Melo; Victor Del Franco. Visite a página do livro no site da editora.



Outras ruminações - 75 poetas e a poesia de Donizete Galvão

DAMAZIO, Reynaldo; PROENÇA, Ruy; MELO, Tarso de (orgs). São Paulo: Dobra Editorial, 2014

Outras ruminações

SELO DONIZETE GALVÃO DE POESIA
Esta é uma coletânea rara, feita em torno de temas essenciais à poesia: a amizade e a imortalidade. Assim, em vez de reunir poetas representativos de uma geração ou de dividi-los por regiões do país ou em movimentos artísticos, encontramos tão bem ordenada a produção de 75 poetas contemporâneos — a maioria brasileiros — apresentando o seu melhor e com uma solenidade inédita: trata-se de dialogar com os versos de 15 poemas de Donizete Galvão.
O poeta, que partiu em 30 de janeiro de 2014, aos 58 anos, agora sobrevive não somente em seus versos mas também renasce nos poemas desta antologia.
Visite a página do livro no site da editora.



Amar, verbo atemporal - 100 poemas de amor

PORTOCARRERO, Celina (org). Rio de Janeiro: Rocco, 2012

Amar verbo atemporal

A coletânea Amar, verbo atemporal apresenta um mosaico das mais variadas interpretações líricas do amor na poesia brasileira. Organizada pela poeta Celina Portocarrero, reúne 50 poemas de autores clássicos, nascidos entre 1623 e 1897, e 50 inéditos, de autores nascidos entre 1936 e 1989. Desse modo, o volume traça uma ampla radiografia do sentimento amoroso. Traz poemas de vates barrocos, como Gregório de Matos, passa pelos românticos, a exemplo de Gonçalves Dias e Álvares de Azevedo, inclui o trio parnasiano Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e Raimundo Correia e ainda os mestres simbolistas Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimaraens. Entre os contemporâneos, figuram nomes como Domício Proença Filho, Ruy Espinheira Filho e Antonio Carlos Secchin.
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Antologia de poesia afro-brasileira — 150 anos de consciência negra no Brasil

BERND, Zilá (org). Belo Horizonte: Mazza, 2011

Antologia de poesia afro-brasileira

Organizada pela professora Zilá Bernd, da UFRGS, esta antologia apresenta um panorama da poesia afro-brasileira, cobrindo um arco temporal que vai de 1859 a 2010. A coletânea mostra, essencialmente, a formação de uma consciência de ser negro no Brasil expressa na poesia. A lista de poetas — 27 ao todo — inicia-se com a voz inaugural do abolicionista baiano Luís Gama, seguido pelo simbolista catarinense Cruz e Sousa. No período contemporâneo, destacam-se nomes como os de Solano Trindade, Domício Proença Filho, Abdias do Nascimento e Cuti. Uma seção especial apresenta “a poesia afro-brasileira no feminino”, com seis poetas atuais: Conceição Evaristo, Miriam Alves, Leda Maria Martins, Esmeralda Ribeiro, Jussara Santos e Ana Cruz.
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Os dias do amor - Um poema para cada dia do ano

RAMOS, Inês (org). Portugal: Ministério dos Livros, 2009

Os dias do amor

Esta antologia apresenta 365 poemas de amor escritos por 365 poetas de todos os tempos e diferentes nacionalidades. São 365 vozes — uma para cada dia do ano — que se erguem para celebrar o amor ou tomá-lo como objeto de reflexão. Os autores vão desde Shakespeare, Edgar Allan Poe e Fernando Pessoa a portugueses contemporâneos como António Ramos Rosa, Vasco Graça-Moura e Alice Vieira. Entre os brasileiros encontram-se clássicos como Gonçalves Dias, Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimaraens. Há ainda um bom número de poetas atuais, como Affonso Romano de Sant'Anna, Ronaldo Cagiano, Vera Lúcia de Oliveira, Donizete Galvão, Paulo Ferraz e Prisca Agustoni. Visite a página do livro no site da editora.