Carlos Drummond de Andrade
Drummond 100
Os textos ao lado representam uma homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) em seu centenário de nascimento.

O boletim Drummond: 100 anos circulou no período de 4 de setembro a 4 de dezembro de 2002. Depois, o material foi reunido neste site.

A idéia era registrar, por e-mail, o centenário do poeta (1902-2002). Depois, o material foi reunido neste site.

Clique nos links ao lado e embarque numa breve viagem ao universo poético de Carlos Drummond.


Carlos Machado
São Paulo, março de 2003
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Todos os boletins Drummond: 100 anos

01. Poema de sete faces
02. A verdade dividida
03. Combate
04. No meio do caminho
05. O homem; as viagens
06. Inocentes do Leblon
07. Antigamente (I)
08. Família
09. O seu santo nome
10. Drummond traduz Beatles (I)
11. Antigamente (II)
12. Negros
13. Eterno
14. José
15. Drummond traduz Beatles (II)
16. Canção amiga
17. O novo homem
18. Hotel Toffolo
19. O constante diálogo
20. O medo
21. Drummond em italiano
22. Falta um disco
23. Liberté/ Liberdade
24. Áporo
25. Nosso tempo (trecho)
26. Drummond de bolso
27. Caso do vestido
28. Cuidado
29. Herói
30. Adeus a Sete Quedas
31. Ainda que mal
32. Drummond saúda Pessoa
33. O enterrado vivo
34. Cartola, no moinho do mundo
35. Os filhos do anjo torto
36. O poeta e a indesejada
37. Contos plausíveis
38. Ciao
39. Resíduo
40. A máquina do mundo

Outras páginas com poemas de Drummond

poesia.net 052 — O último dia do ano
poesia.net 115 — O homem de La Mancha
poesia.net 148 — Um sertanejo universal
poesia.net 174 — Canções do exílio
poesia.net 194 — Esse vestido, esse segredo
poesia.net 255 — Poemas de circunstância
poesia.net 269 — Crônica. Memória. Poesia.
poesia.net 299 — 10 poemas que viraram canções
poesia.net 324 — Afinal, o que é poesia?
poesia.net 345 — O poeta e a lama do rio Amargo
poesia.net 352 — O leão-marinho dentro de nós
poesia.net 354 — Poeta, o que é o amor?
poesia.net 375 — Uma flor rebelde
poesia.net 411 — José e a síndrome do migrante
poesia.net 420 — Poemas sujos de lama e luto
poesia.net 424 — A força do início